Arquivo de dezembro de 2007

Jornal paranaense entrevista vice da ABLV

terça-feira, 18 de dezembro de 2007

O jornal Folha de Londrina publica, em 18 de dezembro de 2007, entrevista com Laércio Barbosa, vice-presidente da Associação Brasileira da Indústria de Leite Longa Vida (ABLV). A entrevista foi bastante elucidativa, sobretudo ao detalhar que não procede a acusação de fraude por adição de substâncias impróprias para o consumo humano no leite longa vida.

folha-de-londrina.JPG

Empresas tentam recuperar mercado

Vice-presidente da Associação Brasileira da Indústria de Leite Longa Vida, Laércio Barbosa defende o setor: ‘Acusação não foi cabível’

A fraude descoberta em cooperativas mineiras que revendem leite para grandes laticínios acendeu a luz vermelha e arranhou a imagem do setor. A população de todo o País se assustou com a adição de sódio e água oxigenada para aumentar a produção. As empresas estão gastando recursos publicitários para tentar recuperar a credibilidade. Vice-presidente da Associação Brasileira da Indústria de Leite Longa Vida, Laércio Barbosa defende o leite de caixinha alegando que a fraude está na ”matéria-prima”. Atualmente, 76% do leite vendido no país é longa vida, e 24% de saquinho (pasteurizado).

Por que a contestação?

Os laudos finais sobre o que aconteceu em Minas Gerais comprovaram que, em nenhum momento, a adição de soda cáustica ou água oxigenada foi detectada em leite longa vida. Houve uma incorreção no início da divulgação da investigação associando a fraude ao longa vida quando, na verdade, ela foi detectada no leite cru. Inclusive, uma das cooperativas mineiras que estão sendo investigadas nem produz leite longa vida.

Clique aqui para ler o restante do texto »

“Diário de S.Paulo” destaca ações da ABLV

terça-feira, 18 de dezembro de 2007

O jornal Diário de S.Paulo publica, em 18 de novembro de 2007, reportagem em que destaca o iminente lançamento do selo de qualidade do leite longa vida, pela Associação Brasileira da Indústria de Leite Longa Vida (ABLV). Também explica que não há nenhuma análise ou laudo que tenha detectado a presença de substâncias como soda cáustica ao longa vida e sintetiza os procedimentos da indústria com relação à matéria-prima.

diario-de-sao-paulo2aaaaaaaaa.JPG

Mais cinco marcas aprovadas no RS

sexta-feira, 7 de dezembro de 2007

O Laboratório Central do Estado do Rio Grande do Sul divulgou, em 7 de dezembro de 2007, que cinco marcas de longa vida foram aprovadas após análises. Esse laudo complementa as análises anunciadas no mês anterior que recomendavam para consumo outras 13 marcas de leite longa vida.

Saúde garante qualidade de cinco marcas de leite consumido no Estado

A Secretaria da Saúde divulgou nesta sexta-feira (7) o resultado de análise em cinco marcas de leite comercializado no Rio Grande do Sul. Segundo avaliação do Laboratório Central do Estado (Lacen), as marcas Sulino, Somilk, Hamburgês, Parmalat e Latvida não apresentam nenhum tipo de contaminação por bactérias nocivas à saúde. O leite está apto ao consumo humano.

Clique aqui para ler o restante do texto »

‘Estadão’: laudo da PF não confirma soda no leite

quarta-feira, 5 de dezembro de 2007

Ao publicar reportagem sobre a divulgação de análises realizadas pelo Instituto Nacional de Criminalística, em 5 de novembro de 2007, O Estado de São Paulo afirma que os altos índices de alcalinidade detectados nas amostras não devem ser considerados prova cabal da presença de soda cáustica no leite. Outras substâncias também poderiam causar essa alteração no teor, entre as quais carbonato e bicarbonato.

Laudo não confirma presença de soda cáustica em leite
Água oxigenada também não foi comprovada, apesar do teor alcalino

Vannildo Mendes
(Brasília) 

Laudos do Instituto Nacional de Criminalística (INC) divulgados ontem pela Polícia Federal atestam a adição de água, açúcar, sal, citrato, soro e outros produtos estranhos em 12 das 13 amostras de leite coletadas em duas cooperativas do triângulo mineiro, suspeitas de fraudes na produção, mas em nenhum momento confirmam categoricamente que encontraram vestígios de soda cáustica nas amostras, como vinha afirmando a polícia desde a operação Ouro Branco, desencadeada em outubro passado. Em dez das amostras, foi encontrado elevado teor de alcalinidade, indicando a presença de elementos químicos para mascarar a adição de água e a deterioração do produto pela ação de bactérias.

Os laudos dizem que um dos causadores de alcalinidade pode ser a soda cáustica, usada para aumentar o volume de leite, mas admitem também a hipótese de que essa alteração seja provocada por citrato de sódio e outros sais, como o carbonato e o bicarbonato, além de fosfatos e cloreto de sódio. Também não comprovam o uso de água oxigenada, igualmente diagnosticado pela PF com base em análises preliminares.

Clique aqui para ler o restante do texto »