Parecer sobre leite da Copervale interditado

22 de fevereiro de 2008

Nota da coluna “Evidências” do Jornal da Manhã de Uberaba (MG) comenta parecer do MAPA que esclarece que leite longa vida integral da Copervale interditado não revela “potencial dano ou exposição em risco à saúde humana” e pode ser usado para alimentação animal.  

Clique no link para ler a nota:

http://www.jmonline.com.br/?colunas,5490,Evid%C3%AAncias

Jornal da USP pública artigo sobre leite longa vida

22 de fevereiro de 2008

A última edição do Jornal da USP, 28 de janeiro a 3 de fevereiro/ versões impressa e online, publicou o artigo “Leite Longa Vida: saúde e desenvolvimento”, escrito pelo vice-presidente da Associação Brasileira da Indústria de Leite Longa Vida, Laércio Barbosa. O texto trata da repercussão da Operação Ouro Branco e as conseqüências decorrentes da desinformação de parte da mídia ao abordar o assunto. Esclarece a suspeita de adulteração do leite longa vida por adição de soda cáustica e água oxigenada, o que não foi confirmado pelas análises do Instituto de Criminalística da Polícia Federal. E aborda o processo de fabricação do produto, controles de qualidade, e os benefícios que traz para a saúde da população e ao desenvolvimento do país.

Cique abaixo para o artigo:

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Longa vida é destaque em reportagem sobre mercado de leite no Brasil

8 de fevereiro de 2008

Ao abordar a produção de leite no Brasil, reportagem do Diário de São Paulo, publicada na edição de 2 de fevereiro de 2008, destaca a participação do leite longa vida no mercado, esclarece mitos criados em torno do produto, mostra o seu processamento - da ordenha ao empacotamento -, as características da sua embalagem e as formas como é vendido.

Clique no link abaixo para ler a reportagem na íntegra:

080203_diario-de-s-paulo.pdf 

Vinte e sete marcas aprovadas no RS

30 de janeiro de 2008

O jornal O Pioneiro (RS), de 22 de janeiro de 2008, noticia que a Secretaria Estadual de Saúde do Rio Grande do Sul aprovou 27 marcas de leite longa vida para consumo. Clique para acessar a reportagem: marcas-aprovadas-rs.pdf
 

Jornal paranaense entrevista vice da ABLV

18 de dezembro de 2007

O jornal Folha de Londrina publica, em 18 de dezembro de 2007, entrevista com Laércio Barbosa, vice-presidente da Associação Brasileira da Indústria de Leite Longa Vida (ABLV). A entrevista foi bastante elucidativa, sobretudo ao detalhar que não procede a acusação de fraude por adição de substâncias impróprias para o consumo humano no leite longa vida.

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Empresas tentam recuperar mercado

Vice-presidente da Associação Brasileira da Indústria de Leite Longa Vida, Laércio Barbosa defende o setor: ‘Acusação não foi cabível’

A fraude descoberta em cooperativas mineiras que revendem leite para grandes laticínios acendeu a luz vermelha e arranhou a imagem do setor. A população de todo o País se assustou com a adição de sódio e água oxigenada para aumentar a produção. As empresas estão gastando recursos publicitários para tentar recuperar a credibilidade. Vice-presidente da Associação Brasileira da Indústria de Leite Longa Vida, Laércio Barbosa defende o leite de caixinha alegando que a fraude está na ”matéria-prima”. Atualmente, 76% do leite vendido no país é longa vida, e 24% de saquinho (pasteurizado).

Por que a contestação?

Os laudos finais sobre o que aconteceu em Minas Gerais comprovaram que, em nenhum momento, a adição de soda cáustica ou água oxigenada foi detectada em leite longa vida. Houve uma incorreção no início da divulgação da investigação associando a fraude ao longa vida quando, na verdade, ela foi detectada no leite cru. Inclusive, uma das cooperativas mineiras que estão sendo investigadas nem produz leite longa vida.

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“Diário de S.Paulo” destaca ações da ABLV

18 de dezembro de 2007

O jornal Diário de S.Paulo publica, em 18 de novembro de 2007, reportagem em que destaca o iminente lançamento do selo de qualidade do leite longa vida, pela Associação Brasileira da Indústria de Leite Longa Vida (ABLV). Também explica que não há nenhuma análise ou laudo que tenha detectado a presença de substâncias como soda cáustica ao longa vida e sintetiza os procedimentos da indústria com relação à matéria-prima.

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Mais cinco marcas aprovadas no RS

7 de dezembro de 2007

O Laboratório Central do Estado do Rio Grande do Sul divulgou, em 7 de dezembro de 2007, que cinco marcas de longa vida foram aprovadas após análises. Esse laudo complementa as análises anunciadas no mês anterior que recomendavam para consumo outras 13 marcas de leite longa vida.

Saúde garante qualidade de cinco marcas de leite consumido no Estado

A Secretaria da Saúde divulgou nesta sexta-feira (7) o resultado de análise em cinco marcas de leite comercializado no Rio Grande do Sul. Segundo avaliação do Laboratório Central do Estado (Lacen), as marcas Sulino, Somilk, Hamburgês, Parmalat e Latvida não apresentam nenhum tipo de contaminação por bactérias nocivas à saúde. O leite está apto ao consumo humano.

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‘Estadão’: laudo da PF não confirma soda no leite

5 de dezembro de 2007

Ao publicar reportagem sobre a divulgação de análises realizadas pelo Instituto Nacional de Criminalística, em 5 de novembro de 2007, O Estado de São Paulo afirma que os altos índices de alcalinidade detectados nas amostras não devem ser considerados prova cabal da presença de soda cáustica no leite. Outras substâncias também poderiam causar essa alteração no teor, entre as quais carbonato e bicarbonato.

Laudo não confirma presença de soda cáustica em leite
Água oxigenada também não foi comprovada, apesar do teor alcalino

Vannildo Mendes
(Brasília) 

Laudos do Instituto Nacional de Criminalística (INC) divulgados ontem pela Polícia Federal atestam a adição de água, açúcar, sal, citrato, soro e outros produtos estranhos em 12 das 13 amostras de leite coletadas em duas cooperativas do triângulo mineiro, suspeitas de fraudes na produção, mas em nenhum momento confirmam categoricamente que encontraram vestígios de soda cáustica nas amostras, como vinha afirmando a polícia desde a operação Ouro Branco, desencadeada em outubro passado. Em dez das amostras, foi encontrado elevado teor de alcalinidade, indicando a presença de elementos químicos para mascarar a adição de água e a deterioração do produto pela ação de bactérias.

Os laudos dizem que um dos causadores de alcalinidade pode ser a soda cáustica, usada para aumentar o volume de leite, mas admitem também a hipótese de que essa alteração seja provocada por citrato de sódio e outros sais, como o carbonato e o bicarbonato, além de fosfatos e cloreto de sódio. Também não comprovam o uso de água oxigenada, igualmente diagnosticado pela PF com base em análises preliminares.

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Adulterações, somente no leite cru

28 de novembro de 2007

Em 28 de novembro de 2007, o Jornal da Cidade (Bauru) publica nota da Associação Brasileira da Indústria de Leite Longa Vida (ABLV) que corrige artigo publicado anteriormente e esclarece que as adulterações apontadas pela Operação Ouro Branco restringem-se tão-somente ao leite in natura, o leite cru:

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Denúncias sem fundamento

28 de novembro de 2007

Nilson Muniz, diretor-executivo da Associação Brasileira da Indústria de Leite Longa Vida, assina artigo publicado pelo jornal Diário do Grande ABC (SP), em 28 de novembro de 2007. No texto, Muniz esclarece que não existe qualquer comprovação ou laudo que aponte a adulteração do leite longa vida por adição de substâncias químicas impróprias para consumo humano.

Denúncias e opiniões sem fundamento sobre o leite longa vida

Muito tem se falado sobre as adulterações no leite. Porém, tão graves quanto as fraudes podem ser as denúncias e as opiniões sem fundamento que espalham desinformação e medo entre a população. Atribuiu-se aos produtores de leite longa vida a fraude de adição de água oxigenada e soda cáustica ao produto pelas cooperativas Casmil e Copervale, mas a presença desses contaminantes foi detectada somente no leite cru, não no leite longa vida.

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